Sofri um Acidente no Elevador: O Que Fazer? Guia Completo 2026 | Advogado Especialista em Acidente de Elevador


Se você está pesquisando "sofri um acidente no elevador o que fazer", provavelmente passou por uma situação extremamente assustadora. Seja porque o elevador despencou alguns andares, travou entre pavimentos, fechou as portas sobre você, apresentou falha mecânica, sofreu um desnível ao abrir as portas ou causou qualquer outro acidente, saiba que existem direitos garantidos pela legislação brasileira.

Em muitos casos, a vítima sofre não apenas lesões físicas, mas também traumas psicológicos, perda da capacidade para o trabalho, despesas médicas e prejuízos financeiros. Dependendo das circunstâncias, é possível buscar uma indenização pelos danos sofridos.

Neste guia completo e atualizado para 2026 escrito pela Dra. Bianca Murta, advogada especializada em acidente de elevador, você entenderá:


O acidente de elevador é mais comum do que muitas pessoas imaginam

Embora os elevadores sejam considerados meios de transporte relativamente seguros, acidentes continuam ocorrendo em todo o Brasil.

Entre as situações mais frequentes estão:

Em muitos casos, essas ocorrências poderiam ter sido evitadas mediante manutenção preventiva adequada e fiscalização.


Quais acidentes podem gerar indenização?

Nem todo incidente gera automaticamente uma indenização. Contudo, sempre que houver falha na prestação do serviço, negligência na manutenção ou defeito do equipamento que cause prejuízo ao usuário, poderá existir responsabilidade civil.

Alguns exemplos incluem:

Mesmo quando não há lesão física grave, o intenso sofrimento experimentado pela vítima pode justificar pedido de indenização por danos morais, a depender das circunstâncias do caso.


Sofri um acidente no elevador. O que fazer imediatamente?

Esta é uma das perguntas mais pesquisadas na internet.

Após o acidente, algumas atitudes podem fazer toda a diferença para proteger sua saúde e preservar provas importantes.

1. Procure atendimento médico imediatamente

Mesmo que aparentemente não existam lesões graves, procure atendimento médico.

Muitas lesões aparecem horas depois, especialmente:

Guarde:

Toda essa documentação poderá ser utilizada futuramente.


2. Tire fotografias

Sempre que possível registre:

As imagens podem ser fundamentais para demonstrar como ocorreu o acidente.


3. Identifique testemunhas

Se havia outras pessoas presentes, procure obter:

Testemunhas frequentemente são decisivas em processos de indenização.


4. Solicite imagens das câmeras

Condomínios, hospitais, shoppings, empresas e edifícios comerciais normalmente possuem sistema de monitoramento.

Essas gravações podem comprovar:

É importante agir rapidamente, pois muitas imagens são apagadas automaticamente após determinado período.


5. Registre boletim de ocorrência quando necessário

Dependendo da gravidade, o boletim de ocorrência pode reforçar a documentação do caso, especialmente quando houver lesões relevantes ou suspeita de negligência.


6. Não assine documentos sem orientação jurídica

Algumas empresas tentam fazer a vítima assinar declarações afirmando que "está tudo resolvido" ou que "não houve responsabilidade".

Antes de assinar qualquer documento, é recomendável compreender integralmente seu conteúdo e seus efeitos jurídicos.


Quem é responsável pelo acidente no elevador?

Essa é uma das maiores dúvidas das vítimas.

A resposta depende do caso concreto.

Em determinadas situações, poderá responder:

Cada caso deve ser analisado individualmente.


O condomínio pode ser responsabilizado?

Sim.

Quando o acidente acontece em condomínio residencial ou comercial, pode existir responsabilidade caso fique demonstrado que houve falha relacionada aos deveres de conservação, manutenção ou segurança.

Isso pode ocorrer, por exemplo, quando:

A responsabilidade dependerá da análise das circunstâncias específicas do acidente.


A empresa de manutenção responde?

Em muitos casos, sim.

As empresas contratadas para manutenção possuem obrigações técnicas importantes relacionadas à inspeção, prevenção e correção de defeitos.

Se a investigação demonstrar falha na execução desses serviços, elas também podem ser responsabilizadas pelos prejuízos causados às vítimas.


O fabricante pode responder?

Dependendo do defeito apresentado pelo equipamento.

Quando existe defeito de fabricação, vício de projeto ou falha estrutural do elevador, também poderá haver responsabilização do fabricante, observadas as provas produzidas no processo.


E quando o acidente acontece em shopping?

Os shoppings recebem milhares de consumidores diariamente.

Por isso, possuem elevado dever de segurança em relação aos equipamentos colocados à disposição do público.

Se ocorrer acidente por falha do elevador, poderá existir direito à reparação dos prejuízos suportados pela vítima, conforme as circunstâncias do caso.


Acidente em hospital

Hospitais recebem diariamente:

Por isso, a segurança dos elevadores assume importância ainda maior.

Quando ocorre acidente decorrente de falha evitável, os responsáveis podem ser chamados a reparar os danos sofridos pelos pacientes, visitantes ou acompanhantes.


Acidente em prédio comercial

Empresas, escritórios, clínicas e edifícios corporativos também possuem obrigação de disponibilizar elevadores em condições adequadas de funcionamento.

Caso exista negligência na manutenção ou outro fator que contribua para o acidente, a vítima poderá avaliar a possibilidade de buscar a reparação correspondente.


O acidente aconteceu durante o trabalho

Quando o trabalhador sofre um acidente utilizando elevador da empresa durante sua jornada ou em razão do trabalho, a situação também pode ter reflexos na esfera trabalhista, além da eventual responsabilidade civil.

Dependendo das circunstâncias, podem surgir discussões envolvendo:

A análise jurídica dependerá dos fatos, da documentação médica e das provas produzidas.


Quais provas são importantes?

Quanto mais robusto for o conjunto probatório, maiores tendem a ser as chances de demonstrar a dinâmica do acidente e os prejuízos sofridos.

Entre as provas que costumam ser relevantes estão:


Quais indenizações podem ser devidas em um acidente de elevador?

Uma das maiores dúvidas de quem pesquisa "sofri um acidente no elevador o que fazer" é saber se existe direito à indenização e quais prejuízos podem ser reparados.

A resposta depende da análise de cada caso concreto. A legislação brasileira prevê que, quando uma pessoa sofre danos em razão de um ato ilícito ou de uma falha na prestação de um serviço, pode surgir o dever de indenizar. O objetivo da indenização é reparar, na medida do possível, os prejuízos suportados pela vítima.

Em acidentes envolvendo elevadores, podem existir diferentes modalidades de indenização, desde que presentes os requisitos legais e que os danos sejam comprovados.


Danos morais

Os danos morais são frequentemente discutidos em ações decorrentes de acidentes com elevadores.

Imagine, por exemplo, uma pessoa que:

Mesmo quando não há lesões físicas graves, o sofrimento psicológico pode ser significativo. Nessas situações, a Justiça poderá reconhecer a existência de dano moral, desde que o caso concreto demonstre a ocorrência de efetiva violação aos direitos da personalidade.

A fixação do valor da indenização leva em consideração diversos fatores, como a gravidade do ocorrido, a extensão do dano e as circunstâncias específicas do processo.


Danos materiais

Os danos materiais correspondem aos prejuízos financeiros efetivamente suportados pela vítima.

Podem incluir, por exemplo:

Por isso, é essencial guardar todos os comprovantes de pagamento, recibos, notas fiscais e demais documentos relacionados ao tratamento.


Lucros cessantes

Se o acidente impedir a vítima de trabalhar temporariamente, poderá haver discussão sobre os chamados lucros cessantes, que correspondem aos ganhos que deixaram de ser obtidos em razão do acidente.

Isso pode ocorrer com:

A demonstração da perda financeira exige documentação adequada, como declarações de rendimentos, contratos, recibos e outros elementos de prova.


Pensionamento

Nos casos mais graves, quando o acidente resulta em redução permanente ou significativa da capacidade de trabalho, a legislação pode admitir o pagamento de uma pensão, conforme as circunstâncias específicas e as provas produzidas.

Essa hipótese costuma ser analisada quando há sequelas permanentes que afetam a atividade profissional da vítima.


Danos estéticos

Quando o acidente deixa cicatrizes, deformidades, amputações ou outras alterações permanentes na aparência física, também pode haver discussão sobre indenização por danos estéticos.

Dependendo do caso, os danos estéticos podem ser analisados de forma autônoma em relação aos danos morais.


O trauma psicológico também pode gerar indenização?

Sim. Em muitos acidentes de elevador, o maior prejuízo não é físico, mas emocional.

Algumas vítimas desenvolvem:

Quando houver diagnóstico médico ou psicológico que relacione esses transtornos ao acidente, essa documentação poderá ser relevante para a análise do caso.


Quem deve provar o acidente?

Essa é uma dúvida muito comum.

Embora existam regras específicas sobre o ônus da prova, é altamente recomendável que a vítima reúna o maior número possível de elementos capazes de demonstrar:

Quanto mais consistente for o conjunto probatório, maiores serão as possibilidades de esclarecer os fatos durante o processo.


O Código de Defesa do Consumidor pode ser aplicado?

Em diversas situações, sim.

Quando o acidente ocorre em locais que oferecem serviços ao público — como shoppings, hospitais, hotéis, supermercados e edifícios comerciais — pode haver incidência das normas do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), conforme as características da relação jurídica.

O CDC prevê mecanismos de proteção ao consumidor e disciplina a responsabilidade pela prestação inadequada de serviços.

A aplicação da legislação dependerá da análise do caso concreto.


O Código Civil também protege a vítima

Além do Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil estabelece regras importantes sobre a responsabilidade civil.

Em linhas gerais, quem causa dano a outra pessoa por ação, omissão, negligência ou imprudência pode ser obrigado a repará-lo.

Nos acidentes de elevador, o Poder Judiciário analisa diversos elementos para verificar se houve falha que tenha contribuído para o evento e para os prejuízos sofridos pela vítima.

 Um Advogado civil irá te auxiliar e buscar uma justa indenização pelos danos sofridos em razão de um acidente de elevador, ligue já e seja atendido pela Dra. Bianca Murta : (11) 95358-1999.


A manutenção preventiva pode fazer diferença no processo?

Sim.

Durante a ação judicial, é comum que sejam analisados documentos relacionados à manutenção do elevador, como:

Esses documentos podem auxiliar na reconstrução dos fatos e na identificação de eventuais falhas.


O que acontece quando havia defeitos anteriores?

Em alguns casos, moradores, funcionários ou usuários já haviam registrado reclamações sobre o funcionamento do elevador antes do acidente.

Exemplos incluem:

Se houver registros dessas ocorrências, eles podem ser relevantes para a apuração da responsabilidade.


O condomínio pode alegar que não teve culpa?

Cada processo é analisado individualmente.

É comum que os responsáveis apresentem sua versão dos fatos e suas defesas. Caberá ao Poder Judiciário avaliar as provas produzidas por todas as partes para decidir se houve ou não responsabilidade pelo acidente.

Por isso, a qualidade da documentação e das provas apresentadas pela vítima costuma ser um dos fatores mais importantes em uma ação indenizatória.


Existe prazo para entrar com a ação?

Sim. O direito de buscar indenização está sujeito a prazos prescricionais, que variam conforme a natureza da relação jurídica e as circunstâncias do caso.

Como a definição do prazo aplicável pode depender de diversos fatores, é recomendável procurar orientação jurídica o quanto antes para evitar o risco de perda do direito de ação.


Posso entrar com a ação mesmo que o acidente tenha acontecido há algum tempo?

Em muitos casos, sim.

No entanto, quanto maior o tempo decorrido, maior pode ser a dificuldade para obter provas, localizar testemunhas e preservar documentos importantes.

Além disso, como existem prazos legais para o ajuizamento da ação, é prudente buscar orientação jurídica sem demora.


Como funciona uma ação de indenização por acidente de elevador?

Embora cada processo tenha suas particularidades, de forma geral, as etapas costumam incluir:

Dependendo da complexidade do caso, pode ser necessária a realização de perícia técnica para esclarecer as causas do acidente.


A importância da perícia técnica

Em ações envolvendo acidentes com elevadores, a perícia frequentemente desempenha papel central.

O perito poderá analisar aspectos como:

O laudo pericial pode contribuir significativamente para o esclarecimento das circunstâncias do acidente.


Por que contar com um advogado especializado faz diferença?

Acidentes envolvendo elevadores costumam envolver questões técnicas, documentos complexos e a participação de diferentes responsáveis, como condomínios, empresas de manutenção, administradoras, fabricantes e seguradoras.

Uma atuação jurídica especializada permite:

Se você procura orientação jurídica após um acidente com elevador, conte com o trabalho da Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva, inscrita e regular na OAB/SP sob o nº 483.460.

Formada pela tradicional Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, a Dra. Bianca é autora de inúmeros artigos jurídicos publicados e integra diversas Comissões da Ordem dos Advogados do Brasil, desenvolvendo atuação técnica e constantemente atualizada.

Com atendimento presencial em São Bernardo do Campo e online para clientes em todo o Brasil, oferece análise individualizada de casos envolvendo acidentes em elevadores, buscando a proteção dos direitos de cada cliente conforme a legislação vigente.

WhatsApp: (11) 95358-1999


Acidente de elevador em condomínio: quem responde pelos prejuízos?

Uma das situações mais comuns envolve acidentes ocorridos em condomínios residenciais. Se você pesquisou "sofri um acidente no elevador o que fazer", é provável que queira saber se o condomínio pode ser responsabilizado pelos danos sofridos.

A resposta depende das circunstâncias do caso.

O condomínio possui o dever de adotar medidas para manter as áreas comuns em condições adequadas de segurança, incluindo a contratação de manutenção preventiva e corretiva dos elevadores, observando as normas técnicas aplicáveis.

Quando houver indícios de negligência, falhas na conservação, ausência de manutenção ou demora injustificada na correção de defeitos conhecidos, poderá haver responsabilização, conforme a análise das provas e da legislação aplicável.

Algumas situações frequentemente discutidas na Justiça incluem:

Em cada caso, será necessário analisar documentos, registros de manutenção, laudos técnicos e demais provas para verificar se houve falha que contribuiu para o acidente.


Acidente em elevador de shopping

Os shopping centers recebem milhares de consumidores diariamente, incluindo crianças, idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Por isso, espera-se que os equipamentos oferecidos ao público estejam em condições seguras de funcionamento.

Quando ocorre um acidente em elevador dentro de um shopping, podem surgir discussões sobre a responsabilidade pelos danos sofridos, especialmente se houver indícios de defeito, falha de manutenção ou inadequação do serviço prestado.

Dependendo do caso concreto, a vítima poderá buscar a reparação dos prejuízos materiais, morais e, quando cabível, de outras espécies de danos reconhecidas pela legislação.


Acidente em elevador de hospital

Hospitais possuem um dever ainda mais rigoroso de cuidado.

Isso porque seus elevadores transportam diariamente:

Uma falha nesses equipamentos pode colocar em risco não apenas visitantes, mas também pacientes em condições clínicas delicadas.

Quando o acidente decorre de falhas evitáveis, a situação deve ser cuidadosamente analisada para verificar a existência de responsabilidade dos envolvidos.


Acidente em elevador de empresa

Quando o acidente ocorre durante a jornada de trabalho, o caso pode produzir consequências tanto na esfera da responsabilidade civil quanto na trabalhista e previdenciária.

O trabalhador poderá precisar de:

Dependendo das circunstâncias, poderão surgir discussões sobre indenizações e outros direitos previstos na legislação.


Acidente em hotel

Hotéis também possuem o dever de disponibilizar instalações seguras aos hóspedes.

Se um elevador apresenta defeito e causa lesões ou outros prejuízos, poderá haver responsabilização dos responsáveis pelo estabelecimento, conforme as circunstâncias apuradas.

Esse tipo de situação é especialmente delicado quando envolve turistas, idosos ou crianças.


Acidente em prédio comercial

Prédios comerciais costumam receber diariamente centenas ou milhares de pessoas.

Advogados, médicos, clientes, fornecedores e visitantes utilizam constantemente os elevadores.

Quando ocorre um acidente, normalmente é necessário verificar:

Esses elementos podem ser importantes para esclarecer a dinâmica do acidente.


O elevador apenas travou. Ainda assim posso ter direitos?

Sim, em determinadas situações.

Nem todo acidente envolve queda da cabine.

Há casos em que a vítima permanece presa por longo período, sofre intensa crise de ansiedade, falta de ar ou necessita de resgate pelo Corpo de Bombeiros.

Dependendo das circunstâncias, esses fatos também podem ser analisados sob a perspectiva da responsabilidade civil.

Cada situação exige avaliação individual.


O elevador despencou alguns andares

Uma das experiências mais traumáticas relatadas por vítimas é a sensação de queda da cabine.

Mesmo quando os sistemas de segurança conseguem interromper o deslocamento antes de uma queda maior, o impacto físico e emocional pode ser significativo.

Nesses casos, é comum que a vítima procure atendimento médico mesmo sem fraturas aparentes, pois podem surgir:

Toda a documentação médica deve ser preservada.


O elevador abriu com desnível

Outra situação relativamente frequente ocorre quando a porta se abre, mas a cabine não está nivelada com o pavimento.

Isso pode provocar:

Esse tipo de falha deve ser analisado cuidadosamente para verificar suas causas.


O elevador fechou a porta sobre mim

Portas automáticas possuem sensores destinados a evitar o fechamento sobre os usuários.

Quando ocorre falha nesses dispositivos e alguém sofre lesões, poderá haver investigação sobre:


Crianças vítimas de acidente em elevador

Infelizmente, crianças também podem ser vítimas de acidentes envolvendo elevadores.

Nessas hipóteses, os cuidados devem ser ainda maiores.

Além da assistência médica imediata, é fundamental preservar toda a documentação e registrar detalhadamente o ocorrido.

Dependendo do caso, poderão ser discutidos danos físicos, psicológicos e outros prejuízos suportados pela criança e por sua família.


Idosos e pessoas com deficiência

Idosos e pessoas com deficiência frequentemente sofrem consequências mais graves em acidentes de elevador.

Uma queda aparentemente simples pode resultar em:

Essas particularidades costumam ser consideradas na avaliação dos danos.


Quais documentos devo guardar?

Se você sofreu um acidente no elevador, procure organizar uma pasta com todos os documentos relacionados ao caso.

Entre eles:

Quanto mais completo for o conjunto documental, melhor será a reconstrução dos fatos.


Erros que podem prejudicar o pedido de indenização

Após um acidente, muitas pessoas cometem equívocos que podem dificultar a comprovação dos fatos.

Entre os erros mais comuns estão:

Evitar esses erros pode facilitar a produção de provas e contribuir para a adequada análise do caso.


A importância de um atendimento jurídico especializado

Acidentes com elevadores costumam envolver questões técnicas, perícias, normas de engenharia, contratos de manutenção e diferentes responsáveis.

Por isso, contar com uma advogada experiente pode fazer diferença na condução do caso, desde a preservação das provas até o acompanhamento de eventual ação judicial.

Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva – OAB/SP 483.460

A Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva, inscrita e regular na OAB/SP sob o nº 483.460, atua na defesa de vítimas em ações de indenização decorrentes de acidentes, oferecendo atendimento estratégico e personalizado.

Formada pela tradicional Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, é autora de inúmeros artigos jurídicos publicados e integra diversas Comissões da Ordem dos Advogados do Brasil, mantendo constante atualização técnica e jurídica.

Seu atendimento é realizado presencialmente em São Bernardo do Campo e online para clientes em todo o Brasil, permitindo que vítimas de acidentes em elevadores recebam orientação jurídica independentemente de onde estejam.

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Perguntas Frequentes (FAQ) – Sofri um Acidente no Elevador: O Que Fazer?


1. Sofri um acidente no elevador. O que devo fazer primeiro?

A prioridade é preservar sua saúde. Procure atendimento médico imediatamente, mesmo que os ferimentos pareçam leves. Em seguida, reúna provas como fotografias, vídeos, nomes de testemunhas e documentos relacionados ao acidente.


2. Posso pedir indenização por acidente no elevador?

Sim, dependendo das circunstâncias do caso. Quando houver falha que cause prejuízos físicos, materiais ou psicológicos, poderá existir direito à reparação, conforme a legislação e as provas apresentadas.


3. O condomínio sempre é responsável pelo acidente?

Não necessariamente. A responsabilidade dependerá da análise do caso concreto, podendo envolver o condomínio, a empresa de manutenção, o fabricante do elevador, a administradora ou outros responsáveis.


4. O elevador travou, mas não houve queda. Ainda tenho direitos?

Sim. Permanecer preso dentro do elevador, especialmente por longo período, pode gerar consequências físicas e psicológicas que merecem análise jurídica.


5. O elevador caiu alguns andares. Isso é considerado um acidente grave?

Pode ser. Mesmo quando os sistemas de segurança evitam uma queda maior, o impacto pode causar lesões e traumas importantes.


6. Preciso fazer boletim de ocorrência?

Em acidentes mais graves ou quando houver lesões, o boletim de ocorrência pode reforçar a documentação do caso, embora nem sempre seja obrigatório.

 O boletim de ocorrência pode ser o ponto inicial de uma ação também de advogado criminalista.


7. Quais documentos devo guardar?

Guarde:


8. Posso processar a empresa de manutenção do elevador?

Dependendo da causa do acidente, sim. A empresa responsável pela manutenção pode responder quando houver falha na prestação do serviço.


9. O shopping pode ser responsabilizado?

Sim, conforme as circunstâncias do caso e as provas produzidas.


10. Acidentes em hospitais também geram indenização?

Podem gerar, especialmente quando houver falhas relacionadas à segurança ou manutenção do elevador.


11. O acidente aconteceu durante o trabalho. Tenho outros direitos?

Dependendo da situação, além da indenização civil, podem existir direitos trabalhistas e previdenciários que deverão ser analisados individualmente.


12. Existe prazo para entrar com a ação?

Sim. Os prazos variam conforme a natureza da relação jurídica e as circunstâncias do caso. Por isso, é recomendável procurar orientação jurídica o quanto antes.


13. Quanto tempo demora um processo?

O tempo varia de acordo com a complexidade da ação, a necessidade de perícias, a produção de provas e o volume de processos do tribunal competente.


14. Quanto vale uma indenização por acidente de elevador?

Não existe um valor fixo. A indenização depende de fatores como a gravidade das lesões, os danos comprovados, os prejuízos financeiros e as particularidades do caso.


15. Posso pedir indenização apenas por danos psicológicos?

Em determinadas situações, sim. Quando houver comprovação de danos emocionais relacionados ao acidente, eles poderão ser analisados pelo Poder Judiciário.


16. Crianças vítimas de acidente em elevador têm direitos?

Sim. Os direitos da criança devem ser protegidos, e eventuais danos sofridos poderão ser objeto de análise judicial.


17. Idosos possuem proteção especial?

Idosos frequentemente sofrem consequências mais graves em acidentes de elevador, e essa condição pode ser considerada na avaliação dos prejuízos.


18. Quem paga as despesas médicas?

Dependendo da responsabilidade apurada e dos danos comprovados, pode ser possível pleitear o ressarcimento das despesas relacionadas ao acidente.


19. Posso pedir reembolso de medicamentos?

Sim, desde que exista relação entre os gastos e o acidente e que as despesas sejam devidamente comprovadas.


20. Vale a pena procurar um advogado logo após o acidente?

Sim. A orientação jurídica desde o início pode ajudar na preservação de provas, na identificação dos responsáveis e na definição da estratégia adequada para o caso.


Por que escolher a Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva?

Se você sofreu um acidente em elevador, contar com uma advogada qualificada pode fazer diferença na condução do caso.

A Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva, OAB/SP nº 483.460, atua na defesa dos direitos de vítimas de acidentes, oferecendo atendimento técnico, estratégico e personalizado.

Sua trajetória profissional reforça sua autoridade na área jurídica:

Independentemente do estado em que você esteja, é possível receber orientação jurídica de forma rápida e segura.

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Conclusão

Sofrer um acidente em um elevador pode trazer consequências físicas, emocionais e financeiras significativas. Além do impacto imediato, muitas vítimas enfrentam tratamentos médicos, afastamento do trabalho e mudanças em sua rotina.

Buscar atendimento médico, preservar todas as provas e obter orientação jurídica o quanto antes são medidas que podem ser decisivas para a adequada proteção dos seus direitos.

Cada caso possui características próprias e deve ser analisado individualmente, considerando a dinâmica do acidente, a documentação disponível e a legislação aplicável.

Se você pesquisou "sofri um acidente no elevador o que fazer", saiba que a avaliação jurídica especializada pode esclarecer quais medidas são cabíveis e quais direitos podem ser buscados de acordo com as particularidades da sua situação.

Fale com a Dra. Bianca Fonseca Murta

A Dra. Bianca Fonseca Murta e Silva, OAB/SP nº 483.460, presta atendimento a vítimas de acidentes em elevadores em todo o Brasil, com atendimento online e também presencial em São Bernardo do Campo.

Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, autora de diversos artigos jurídicos e integrante de Comissões da OAB, atua com foco em soluções jurídicas personalizadas e defesa técnica dos interesses de seus clientes.

A Dra. Bianca Murta atende presencialmente em São Bernardo, com fácil acesso para moradores de Diadema, Santo André, São Caetano do Sul, Mauá e toda região do ABC.

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